Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo

Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo

online Sesc São Paulo - Unidade Vila Mariana | Universidade de São Paulo - Campus Butantã - São Paulo - São Paulo - Brasil
presencial Com transmissão online

ÒYE – O ENCONTRO QUE CELEBRA A DIVERSIDADE


Três dias intensos de música, arte, debates e encontros inesquecíveis!


O Òye: Conexão e Educação no Terreiro-Mundo mistura toda a energia do Brasil com a riqueza da Diáspora Africana, reunindo artistas, pesquisadores, lideranças quilombolas, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e muita gente que faz a diferença. É um grande encontro para celebrar culturas, valorizar trajetórias e dar visibilidade a histórias que precisam ser ouvidas — tudo em um ambiente acolhedor, vibrante e cheio de possibilidades.

Mais que um evento, o ÒYE é movimento que une pessoas, inspira novas ideias e convida você a fazer parte de uma jornada coletiva por um mundo mais justo, diverso e empolgante. Aqui, todo mundo tem espaço e vez para criar novas conexões, aprender, trocar ideias e começar transformações reais.

O encontro transnacional articula educação, territorialidade, ancestralidade, cultura negra, saberes indígenas e práticas de decolonização, reunindo pesquisadores, artistas, lideranças comunitárias, intelectuais e gestores culturais.



SOBRE O TERMO ÒYE


O nome Òye, na língua iorubá, significa “sabedoria”. Para nós, contudo, essa palavra transcende seu sentido literal — Òye é gesto, movimento e compreensão. É abrir o corpo ao vento, à vibração e ao mundo. Encara a erudição da sabedoria ancestral e o eco dos saberes negros, tantas vezes silenciados pelos processos históricos de branqueamento.

No contexto do nosso evento, Òye é reconexão: o reencontro com os nossos, com a força dos caminhos que nos formaram e com a profunda contribuição negra para a humanidade. Ao afirmarmos Òye no Terreiro-Mundo, afirmamos também o desejo de reunir — em um mesmo chão simbólico e sensorial — as múltiplas maneiras de escutar, sentir e reinventar a presença.

A estrutura do evento contempla quatros eixos temáticos centrais, além de um Fórum aberto de proposituras e expectativas futuras: 



1) Terra, Terreiro e Território: Confluências nas Diferenças, que investiga as interações entre cosmologias e resistências territoriais; 

2) Corpos-Territórios: Por uma Saúde Interseccional Racializada, que explora as dimensões de raça e interseccionalidade na saúde; 

3) Embaixo da Baobá: (Re)escrevendo no Chão da Educação, que questiona práticas pedagógicas coloniais e propõe alternativas decoloniais na educação; e 

4) Religiosidade e ancestralidade: Tecendo memórias intergeracionais, que propõe refletir o lugar da ancestralidade, espiritualidade e religiosidade no território.






SOBRE A FÓRUM

Qual é a mobilidade acadêmica e cultural que queremos ter?


Este chamamento nasce da compreensão de que a mobilidade não pode ser privilégio, nem reprodução de lógicas coloniais. Pensar intercâmbio é pensar acesso, permanência, reconhecimento de saberes, justiça epistêmica e responsabilidade com os territórios de onde partimos e com os territórios que nos recebem.

A Sexta Região, formada pelas populações africanas e afro-diaspóricas nas Américas, no Caribe, na Europa e em outros territórios do mundo, não é uma abstração. É território vivo, histórico e afetivo, atravessado por deslocamentos forçados, mas também por reinvenções, resistências e produção contínua de saberes.

Este fórum não parte de respostas prontas. Ele se constrói na escuta, no encontro e na pluralidade das experiências. É um convite para compartilhar reflexões, críticas, práticas e proposições que ajudem a desenhar diretrizes éticas, decoloniais e comprometidas com a justiça racial e social.

Se você vive, pesquisa, cria, ensina, aprende e/ou constrói saberes em conexão com a África e a diáspora, este chamado é para você.

Seguimos em espiral, porque o caminho se constrói no encontro.

Atividades

A estrutura do evento é cuidadosamente planejada para promover um ambiente dinâmico e interativo, permitindo que os participantes se engajem ativamente nas diversas atividades propostas.

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Calendar

Conheça nossas áreas e nomenclaturas



Gira de AberturaMomento de acolhida, onde traçaremos os primeiros círculos de conhecimento. Objetivamos dar as boas-vindas a todas as pessoas participantes. Mais que informar, este ritual prepara o terreno – como um terreiro que recebe seus filhos – apresentando não só a estrutura do evento, mas seu espírito: um convite à escuta ativa e ao compartilhamento de saberes em movimento.
Giras de ConversasCírculos temáticos pré-definidas pela organização do evento, conduzidos por vozes que debatem, dialogam e encarnam os conhecimentos em suas trajetórias. Aqui, a expertise acadêmica dialoga com a sabedoria das ruas, das matas e dos terreiros, criando um mosaico de perspectivas onde nenhum saber se sobrepõe − apenas se entrelaça, como tranças e balaios. Essa diversidade de vozes e conhecimentos é essencial para promover uma discussão abrangente e aprofundada, refletindo as complexidades e nuances das questões em pauta.
Tempos
Espiralares
Painéis temáticos que serão selecionados por meio de chamada pública, germinados em nove Tempos, cada tempo terá até sete comunicações orais, visuais, auditivas e sensoriais, que por sua vez são sementes lançadas e germinadas por quem vive, pesquisa e produz nas frestas do sistema. Cada participação é um broto: parte de raízes profundas (vivências), aponta para futuros possíveis e desafia a linearidade do conhecimento eurocêntrico.
Tempos
Confluentes
Assim como as águas que se encontram sem perder seu curso. Nestes espaços abertos teremos feiras pretas, ocupações, performances, literatura e manifestações culturais, aqui o conhecimento não é só apresentado, mas vivido por mãos que moldam barro, vozes que ecoam poemas, corpos que dançam resistência e livros que contam modos de vida. Nestes tempos o evento vira correnteza — um fluxo contínuo de expressões que ocupam todos os cantos, sem hora marcada ou palco fixo. Com chamada aberta para quem quiser mergulhar
Gira de EncerramentoUm diálogo final que não se fecha, mas expande. Onde teremos a oportunidade de refletir sobre as experiências vivenciadas ao longo do evento e que seguirão ecoando. Objetivamos consolidar os aprendizados e as propostas discutidas, promovendo uma síntese que reverberará além do encontro e alimentará futuras iniciativas e diálogos em torno das temáticas abordadas.
Cantos da CelebraçãoApresentações artísticas do evento convida as pessoas participantes ao momento de celebração, da comunhão em grupo, da coletividade da realização através da música, do toque e suas vibrações.
Mestras da GiraElas não comandam, convocam. Não moderam, movimentam. As Mestras da Gira são as guardiãs e guardiões do ritmo das giras — pessoa que garante que cada detentora do saber encontre seu eixo na roda, sem pressa nem hierarquia. Com mãos que lembram as das fiandeiras de histórias antigas, elas desenham os círculos onde os saberes vão dançar: puxam fios de uma fala para outra, alinhavam silêncios e, quando preciso, abanam a fogueira da discussão.
Detentoras
do Saber
São todas as pessoas convidadas a circular entre os tempos espiralares, confluentes, giras e cantos, mediando conhecimentos que transcendem hierarquias acadêmicas. Guardiãs de saberes ancestrais e contemporâneos – desde mestras de tradição oral a pesquisadoras engajadas –, essas detentoras não só possuem o conhecimento, mas o fertilizam coletivamente. Aqui elas e eles tecem diálogos entre ciência, espiritualidade e práticas circulares, garantindo que cada momento seja um território vivo de trocas, onde saberes institucionalizados e epistemologias do terreiro se encontram em pé de igualdade.

Inscrições

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Pessoas Convidadas

Conheça as nossas Detentoras do Saber e Mestras da Gira. São elas e eles que fertilizam o terreno e proporcionam nossos momentos circulares, espiralares, ancestrais. Com elas e eles o terreno se solidifica e fertiliza o saber, a ancestralidade e a continuidade.

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Submissões

O Òye será realizado em formato híbrido, com atividades presenciais e on-line. O evento contará com recursos de acessibilidade para promover a inclusão em todos os contextos: digital, arquitetônico e comunicacional. A transmissão on-line contemplará todo o evento, exceto os Tempos Confluentes - portanto a participação como proponentes neste tempo é permitida somente para apresentações presenciais.

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Comissão Científica

  • Amanda Pankararu: Indígena em contexto urbano, Assistente Social, Mestra em Humanidades - USP
  • Bárbara Knust: Nutricionista
  • Bruna Lavinas Jardim Falleiros: Doutora em Mudança Social e Participação Política da EACH - USP
  • Célia Maria Patriarca Lisboa: Doutora em Educação em Ciências e Saúde
  • Daiane Pettini: Artista Audiovisual, Arte-educadora e Gestora de Projetos Culturais
  • Débora Medeiros: Psicóloga, educadora, pesquisadora, amadora das artes, Mestra em Humanidades e Doutoranda em Educação - USP
  • Diego Madi Dias: Cientista Social e Professor na Faculdade de Saúde Pública - USP
  • Elly Bayó: Mestra em Educação - FEUSP, Educadora das Infância na perspectiva Decolonial e Pretagogias
  • Fabiana Rodrigues: Pesquisadora, Dançarina, Educadora e Articuladora Cultural
  • Felipe Brito: Idealizador e diretor da Ocupação Cultural Jeholu. Jornalista e Doutor em Humanidades - FFLCH-USP.
  • Fernanda GomesAtriz, Assistente Social, Lesbo-organizada e Doutoranda em Humanidades pelo PPGHDL-USP.
  • Kennedy Maciel da Silva: Capoeirista, Violeiro e Doutorando em Ciências Humanas e Sociais da UFABC
  • Leonardo Falabella: Pesquisador de pós-doutorado no Departamento de Governo da London School of Economics and Political Science (LSE). Doutor em ciência política pela Universidade da Califórnia.
  • Mauricio Cardoso: Historiador pela USP, Mestre e Doutor em História Social (USP) 
  • Mayne Souza Benedetto: Doutora em Antropologia Médica - Universidade de Lisboa. Presidente do Conselho Consultivo da Associação Portuguesa Voz do Autista.
  • Monique Prado: Mestra - USP, Advogada e Educadora
  • Rita TelesAtriz/Artvista, Diretora de Produção de Artes Negras e Presidenta do Sated SP
  • Soraia André César: Psicóloga, Atleta Olímpica, Especialista em Estudos Africanos pela UFABC
  • Thiago de Lima Oliveira: Doutor em Antropologia Social pela USP, com estágio de pesquisa na Vrije University Amsterdam. 
  • Waldete TristãoEscritora, professora, mulher de candomblé e ativista pela infância e relações raciais

Ficha Técnica

Cobertura audiovisual e  jornalística: 


Produção e Comunicação: 

Organização e Apoio Institucional:

Co-organização: 
  • Diversitas - Núcleo de Estudos das Diversidades, Intolerâncias e Conflitos - USP
  • Coordenadora Executiva: Teresa Teles

Correalização: 

Realização e Organização: 

             Cobertura Audiovisual                                         Apoio

                    e Jornalística                                           Institucional



                                                                              

Apoio

Correalização

                                                                              


       Realização

          

Locais do Evento

As atividades acontecerá em dois locais: Sesc São Paulo - Unidade Vila Mariana | Universidade de São Paulo - Campus Butantã

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