Vivemos em uma
sociedade plural e intensificada pelo fenômeno da globalização que altera as
fronteiras do mundo atual (RAMPTON, 2006), nela cabem diferentes formas de
comunicação e expressão, que demandam a reflexão de todos sobre o direito à
ocupação de espaços sociais. Nesse sentido, torna-se importante sensibilizar a
sociedade e profissionais da área da saúde como médicos, fonoaudiólogos,
fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, da educação, entre
outros sobre a singularidade da pessoa surda e a importância da acessibilidade
linguística. Ressalta-se que o direito à quebra de barreiras comunicacionais consta
na Lei de Libras número 10.436/2002 e pela Lei Brasileira de Inclusão número13.146/2015,
que assegura às pessoas surdas o direito ao uso da Libras - Língua Brasileira
de Sinais - como sua primeira língua e a língua portuguesa como segunda língua,
assim como ao acesso à informação quando a pessoa surda for oralizada e falante
da língua portuguesa.