Cultura Popular: Diálogos entre Freire e Boal

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Neste ano de 2021 Paulo Freire comemoraria seus 100 anos e Augusto Boal 90 anos. Essas duas personalidades são de extrema importância para a Rede Nuestra America –Escolas de Teatro e Vídeo Político e Popular. O presente evento propõe-se como um espaço de trocas de reflexões sobre seus legados com a participação de alguns convidados que trarão a socialização sobre a experiência de Paulo Freire no MCP; a experiência de Boal no Programa de Alfabetização Integral – ALFIN – no Peru, em que Augusto Boal atuou como coordenador da área de teatro; e a experiência contemporânea da Jornada de Alfabetização do Maranhão, realizada em uma parceria entre o governo do Maranhão e o MST. Essas experiências refletem o profícuo diálogo de Freire e Boal com a cultura popular e as lutas populares, trazendo a profunda dimensão de suas contribuições para o processo de emancipação dos oprimidos em nossa história. 


Sobre os convidados:

Carlos Brandão
O antropólogo Carlos Rodrigues Brandão tornou-se no presente um dos principais representantes da Educação Popular. Atualmente é professor colaborador do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e professor visitante sênior da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Conviveu com Paulo Freire após seu retorno do exílio, porém conviveu com suas ideias bem antes, quando ainda trabalhava como educador popular no Movimento de Educação de Base e era um militante engajado na Juventude Universitária Católica. Entre final da década de 1950 e início da década de 1960 Brandão foi um dos intelectuais que atuou na proposição de ações sociais, através de organizações e movimentos de atuação direta junto às camadas populares com o Movimento de Cultura Popular – MCP e os Centros Populares de Cultura – CPC.

Alicia Saco - De nacionalidade Peruana, é professora de Literatura, graduada em Teatro pela Universidade Católica de Lima e Direção Cênica em Bucareste, na Romênia. Divide sua vida professional entre a docência e a produção artística. Foi professora na Escola Nacional Superior de Arte Dramática, onde foi diretora. Nos últimos anos, ministrou cursos de teatro na Universidade Católica. Tem ampla experiência como atriz e se dedica a narração oral. Foi diretora de inúmeros espetáculos, escreveu muitas obras teatrais, onde recebeu o Prêmio Único de Dramaturgia do Centro Latinoamericano de Investigação Teatral (Filial do Perú) e também publicou suas obras narrativas. Seu interesse está tanto nas apresentações em salas teatrais, como em espaços não convencionais com público diverso. Em 1973, foi assistente de Augusto Boal durante sua participação no programa de alfabetização do Ministério de Educação do Perú, ficando a cargo da comunicação através do teatro no programa. Conduziu muitos workshops e participou de mesas redondas, encontros e festivais a nível nacional e internacional. Publicou também vários artigos sobre teatro e literatura e recebeu diversas honras por parte de instituições peruanas.


Lizandra Guedes - M
ilitante do Movimento Sem Terra, do setor de gênero. Educadora Popular, pedagoga de formação, paulistana, e atualmente a atuando no Maranhão. Contribuí com a coordenação político pedagógica da Jornada de Alfabetização do Maranhão, entre os anos de 2017 e 2020.



Rede Nuestra America – Escolas de Teatro e Vídeo Político e Popular congrega 6 (seis) escolas de teatro e vídeo no Brasil (MST/ Brigada Patativa  do Assaré; Escolas nos estados RJ, DF, SC, SP, AL, MG, PI); 1 (uma) na Argentina (Jujuy); e 1 (uma) na Espanha (La Tortuga), formadas em diferentes contextos: projetos universitários, associação de grupos teatrais e associação com movimentos sociais e sindicais etc. A Nuestra America começou a se articular em 2016 a partir de um encontro realizado na Escola Nacional Florestan Fernandes do MST. Sua idealização foi inspirada no projeto de integração continental da Frente de Trabalhadores da Cultura de Nuestra América das décadas de 60 e 70, que realizavam resistência às ditaduras na América Latina, frente ao ataque direto à democracia e às organizações populares e culturais. “Tratava-se de um projeto de integração continental que vinha sendo gestado desde 1968 em inúmeros encontros e festivais que promoviam espaços de articulação, reflexão crítica e troca de experiências entre grupos de teatro da Colômbia, Cuba, Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, México, Equador, Venezuela, Porto Rico, Peru” (VILLAS BOAS e ESTEVAM, 2020).


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