ENANPARQ 9: Em tempos de múltiplas crises: novas epistemes em Arquitetura, Cidade e Objeto

ENANPARQ 9: Em tempos de múltiplas crises: novas epistemes em Arquitetura, Cidade e Objeto

presencial Escola de Arquitetura - UFMG - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil

SOBRE O EVENTO

Num contexto de crise múltipla, pensar apenas a contenção não é possível. Para quem trabalha na produção do ambiente construído, é necessário  considerar que  interações e interdependências adquiriram, mais que nunca,  importância central. Arquitetos, Designers e Planejadores,  todos precisamos  olhar a  crise como parte de uma cadeia de acontecimentos  complexa em que as soluções propostas dão origem a novos problemas. O mundo sujeito à policrise não é estático, está vivo: a sua crise modifica o ambiente, e o ambiente modifica os termos da crise.

Adam Tooze, historiador britânico, recuperou o termo Policrise, de Edgar Morin, no final de 2021 e seu uso se generalizou após o início da guerra na Ucrânia, tendo inclusive se  tornado tema de abertura do debate no  Fórum Econômico Mundial de Davos.


 “Na policrise, os choques são díspares, mas interagem entre si, de modo que o todo se afigura maior do que a soma das partes….O que torna as crises dos últimos quinze anos tão desastrosas é que já não parece plausível apontar para uma causa única e, consequentemente, uma solução única” (Adam Tooze…).


Edgar Morin definiu, ainda na década de 1970, a policrise como uma situação em que “crises interligadas e sobrepostas” assumem a forma de um “complexo interdependente de problemas, antagonismos, crises e processos incontroláveis” que formam “a crise geral do planeta”(Morin, …).

Há um sentido de urgência que não pode ser subestimado. Covid-19 e a crise sanitária   que suscitou intervenção pública massiva; conflitos bélicos se estendendo no tempo, Ucrânia, Gaza;  catástrofe climática, crise ecológica – tornaram os contextos social,  geopolítico e econômico ainda mais complexos de gerenciar.

Trata-se, de fato, de buscar, sem demora, modos de superar a intensificação de processos como o aquecimento global, como a recorrência de fenômenos climáticos extremos, como a destruição acelerada da biodiversidade, da desertificação, do comprometimento dos recursos hídricos, entre outras graves manifestações de uma crise, que sendo chamada de ambiental, não pode induzir a que se pense que se restringe a “fenômenos naturais”, que suas implicações impactam o conjunto da vida social do planeta, em sentido catastrófico e pluridimensional. Com efeito, sem dramatizar o que é hoje de amplo conhecimento e contundente efetividade, o que está em jogo hoje é a própria sobrevivência da vida humana. 

Nos dias atuais, quando podemos falar tanto de uma urbanização planetária quanto da urgência de resgatar a natureza no processo de urbanização, exige-se investigar as possibilidades de continuidade e  de transformação da vida urbana em todas as suas escalas. 

Por um lado, é preciso pensar a relação de interdependência entre cidade e natureza; há um imperativo ecológico que agora encontra seu sentido no atual estágio do desenvolvimento urbano ao redor do planeta mas, muito singularmente, nas configurações das imensas áreas metropolitanas, de que o Brasil é exemplo bem acabado.

Quando o impacto das cidades sobre o meio ambiente local e global provoca uma consciência de crise;  quando a vulnerabilidade climática se torna um importante  indicador de desigualdades sociais cada vez mais politizadas, a consequência urbana é explícita.

É preciso aprender a restabelecer profundamente os vínculos do pensamento arquitetônico  e urbano com os bens e recursos ambientais, refletindo sobre os complexos fluxos metabólicos entre sociedade e natureza. Pensar a produção e o uso da cidade em necessária conjugação com a natureza  implica investigar as condições do habitat coletivo, para compreender suas dinâmicas, conhecer os riscos a que este estará submetido a cada vez mais para saber mitigar as catástrofes.

E, estrategicamente, uma investigação transdisciplinar sobre a interação de cidade e natureza deve ter como meta  o aprendizado da variedade que constitui a vida urbana  - cidades reúnem os mundos humano e não-humano; podem ser densas, extensas, se organizar em torno de características urbano-rurais, bem como dar visibilidade à natureza contida e submersa na cidade, resgatando-a e dela tornando-se parte com vistas a desenhar perspectivas de futuros mais promissores. 

De outro lado, cidade e crise -  as desigualdades socioespaciais vem se aprofundando e solapando de forma inaceitável a construção de alternativas de inserção para uma parte significativa da população. Compreender as novas formas de constituição das estruturas de poder, suas várias manifestações territorializadas, formais e informais, instituídas e paralelas, constitui um esforço essencial para (re)construir o lugar do comum, do coletivo, da insurgência e da autonomia, com vistas a uma praxis urbana democrática e inclusiva.

Significa pensar também a relação entre a urbanização em relação aos processos de digitalização e neoliberalização, com implicações como polarização política assimétrica, erosão da comunidade política, crise das democracias representativas liberais, e o ressurgimento de formas autoritárias de gestão da vida social.

Afinal, uma reflexão feita pelos campos de Arquitetura, Urbanismo e Design,  organizada em torno de natureza e crise quando vividas desde a cidade está, precisamente, ocupada com o futuro. Filosoficamente, está em jogo, por meio da cidade, o limite de uma determinada história material - o uso do mundo. 

Desde a primeira modernidade ocidental, que determinou sociedades cada vez mais urbanas, vivemos essa expectativa de futuro que afinal chegou, para um modelo que, talvez, agora se apresente em seus últimos desdobramentos, uma vez que tudo aquilo que foi nossos instrumentos de conquista e aprimoramento no uso do solo, nossa relação coletiva com objetos, artefatos e indústria, parece demandar um novo horizonte de possibilidades.

Num contexto de mudanças sociais e de complexo cenário político global, em que  os marcos de uma série de acontecimentos apontam a desintegração da ordem liberal, parece crucial indagar até que ponto a ideia consolidada e tradicional de  desenvolvimento urbano pode ser flexionada com uma nova ordem mundial em que se considere a limitação do crescimento incontrolado da economia.

A cidade requer uma visão transdisciplinar, em termos tanto teórico-metodológicos quanto de práticas sociais, que merecem aprofundamento de reflexões, análises e propostas. Ou seja, para além da agregação de abordagens disciplinares ou tratamento funcionais e técnicos, o espaço socialmente produzido exige para sua análise e planejamento, uma perspectiva múltipla e integrada, com  a integração das dimensões econômica, social, política, ambiental, espacial associadas às diversas disciplinas, e às políticas públicas setoriais 

Acrescente-se a isto as preocupações com a natureza do desenvolvimento econômico, seus necessários limites e suas repercussões ambientais e sociais. São transformações profundas que passam a exigir novos aportes teórico-metodológicos tanto para sua análise quanto para a identificação de formas de planejamento e de regulação urbano-ambiental que sejam capazes de contribuir para o desenvolvimento nacional mais autônomo e para o equacionamento e solução das consequências socioespaciais perversas dessas transformações. 

Deve-se ainda levar em conta que o momento do planejamento tecnocrático baseado apenas no saber técnico-científico, uma herança do iluminismo, já passou. Novos saberes da vida cotidiana precisam ser levados em conta nas análises dos ambientes urbano, regional e natural. É necessário que se aprofunde a reflexão sobre estas questões de uma forma ao mesmo tempo transdisciplinar e voltada ao entendimento das especificidades. 

EIXOS TEMÁTICOS

Trazer este tema ao centro das discussões é nossa aposta numa articulação ampla entre abordagens que envolvem as várias escalas de reflexão, produção e usos do ambiente construído. Pensar nosso campo de atuação num tempo de policrise exige olhar com atenção para as areas de atuacao em que esse campo se desdobra:

1.   Ensino de projeto, práticas e métodos: projeto como artesania; ensino de arquitetura

2.   Teoria e crítica: conceito de crítica e crítica imanente

3.   História e patrimônio

4.   Modos de conhecer cidades: subjetividades atuais na Arquitetura

5.   Planejamento socioespacial

6.   Paisagem e ambiente

7.   Tecnologias e processos

8.   Vulnerabilidades socioambientais e emergência climática

9.   Interface Cidade/Arquitetura/Design

INSCRIÇÕES

{{'Label_CodigoPromocionalAplicadoComSucesso' | translate}}
{{'Label_Presencial' | translate}} {{'Label_Online' | translate}} {{'Label_PresencialEOnline' | translate}}

{{item.titulo}}

{{'Label_DoacaoAPartir' | translate}} {{item.valores[0].valor | currency:viewModel.evento.moeda}}

{{item.descricao}}
{{'Titulo_Gratis' |translate}} {{viewModel.configuracaoInscricaoEvento.descricaoEntradaGratis}}
{{entrada.valor | currency:viewModel.evento.moeda}} {{entrada.valor | currency:viewModel.evento.moeda}}  

{{entrada.valorComDesconto | currency:viewModel.evento.moeda}}

{{'Titulo_Ate' | translate}} {{entrada.validoAte |date: viewModel.evento.cultura.formatoData}}
{{'Titulo_Ate' | translate}} {{entrada.validoAte |date: viewModel.evento.cultura.formatoData}}
{{'Label_APartirDe' | translate}} {{entrada.validoDe | date:viewModel.evento.cultura.formatoData}}
Calendar

{{'Titulo_NaoDisponivel' | translate}}

ORIENTAÇÕES PARA SUBMISSÃO DE COMUNICAÇÃO

As Comunicações deverão ser compostas por trabalhos que retratem pesquisas, projetos de extensão e/ou projetos de ensino, cujos temas estejam em consonância com os eixos temáticos do ENANPARQ 9.

Cada Comunicação poderá ser composta por um até cinco autores, apresentando inicialmente um resumo expandido. Após a realização do evento, os trabalhos aprovados e apresentados serão publicados como artigos completos nos anais.

A submissão do resumo expandido deverá ser realizada exclusivamente por meio da plataforma oficial, dentro do prazo estabelecido no cronograma, conforme o modelo (template) oficial disponibilizado pela organização no site do evento .

O texto deverá conter até 2.000 palavras, desconsiderando as referências bibliográficas, e possuir no máximo 8 (oito) páginas. A formatação deverá seguir os seguintes parâmetros: fonte Calibri, tamanho 11, espaçamento entre linhas 1, espaçamento entre parágrafos 6, alinhamento justificado. O resumo deverá apresentar título em português e em inglês. A revisão ortográfica e gramatical é de responsabilidade do proponente e dos autores.

O processo de seleção será realizado por avaliação às cegas. Dessa forma, o arquivo enviado (em formato pdf) não poderá conter quaisquer informações que permitam a identificação do(s) autor(es). 

Os trabalhos serão avaliados pelo Comitê Científico, considerando os seguintes critérios:

- consistência teórico-metodológica;

- clareza na argumentação e na exposição;

- relevância do tema;

- contribuição para o desenvolvimento científico;

- aderência a um dos eixos temáticos do evento;

- respeito às normas de apresentação do resumo expandido.

A submissão implica a concordância dos autores com as normas do evento. A publicação dos trabalhos completos nos anais estará condicionada à rigorosa adequação às normas de apresentação (disponíveis no site do evento), bem como à apresentação do trabalho no evento, e à efetivação do pagamento da inscrição.

Envio de resumos: até 31 de maio de 2026

Resultado da seleção: até 26 de julho de 2026

Template: Faça o download

ORIENTAÇÕES PARA SUBMISSÃO DE SIMPÓSIOS TEMÁTICOS

Os Simpósios Temáticos deverão ser compostos por propostas que promovam o diálogo entre pesquisadores de diferentes instituições, contemplando, obrigatoriamente, a participação de ao menos três instituições distintas e de, no mínimo, duas regiões do país, em consonância com os eixos temáticos do ENANPARQ 9.

Cada Simpósio Temático deverá ser coordenado por até dois proponentes e composto por no mínimo quatro e no máximo cinco exposições orais (trabalhos). Cada trabalho poderá ter até três autores e deverá estar articulado a um conjunto de reflexões teórico-metodológicas e conceituais alinhadas aos eixos do evento e do simpósio temático ao qual está associado.

Para a submissão, um dos coordenadores deverá encaminhar a Proposta Geral do Simpósio Temático, contendo:

  • identificação dos integrantes do simpósio;

  • descrição da proposta que integre as diferentes abordagens presentes nos trabalhos propostos;

  • resumo expandido dos trabalhos propostos.

Os textos de descrição das propostas e de cada um dos trabalhos deverão conter, individualmente, até 1.000 palavras, desconsiderando as referências bibliográficas, e possuir no máximo 8 (oito) páginas cada um. A formatação deverá seguir os seguintes parâmetros: fonte Calibri, tamanho 11, espaçamento entre linhas 1, espaçamento entre parágrafos 6, alinhamento justificado. A revisão ortográfica e gramatical é de responsabilidade do proponente e dos autores.

Poderão compor o simpósio pesquisadores, professores e pós-graduandos (nível Mestrado ou Doutorado), sendo obrigatório que o(s) coordenador(es) possua(m) titulação mínima de Mestre. Os coordenadores de Simpósio Temático poderão atuar como autores e apresentadores de um dos trabalhos do seu próprio simpósio, e participar de até mais dois Simpósios Temáticos como membros. Os demais participantes poderão integrar até dois Simpósios Temáticos, na condição de não coordenadores.

Compete ao(s) coordenador(es) a interlocução com os membros do grupo, bem como a responsabilidade pelo envio da proposta (site do evento) dentro do prazo estabelecido no cronograma.

O processo de seleção será realizado por avaliação às cegas. Dessa forma, o coordenador deverá submeter dois arquivos (ambos em formato pdf): o primeiro, completo, uma vez que os Simpósios Temáticos aprovados serão publicados exatamente conforme submetidos; e o segundo, sem quaisquer informações que permitam a identificação dos coordenadores ou autores, para a distribuição aos avaliadores.

As propostas serão avaliadas pelo Comitê Científico, considerando os seguintes critérios:

- consistência teórico-metodológica;

- clareza na argumentação e na exposição;

- relevância do tema;

- contribuição para o desenvolvimento científico;

- aderência a um dos eixos temáticos do evento;

- respeito às normas de apresentação do resumo expandido.

A submissão implica a concordância do(s) coordenador(es) e autores com as normas do evento. A publicação do Simpósio Temático nos anais estará condicionada à rigorosa adequação às normas de apresentação (disponíveis no site do evento), bem como à apresentação do Simpósio Temático no evento, e à efetivação do pagamento da inscrição por todos os integrantes.

Envio de resumos: até 31 de maio de 2026

Resultado da seleção: até 26 de julho de 2026

Template: Faça o download

SUBMISSÕES

{{areaSiteEvento.jsonObj.configuracaoSubmissao.dataInicioSubmissao}} - {{areaSiteEvento.jsonObj.configuracaoSubmissao.dataLimiteSubmissao}}

{{item.denominacao}}
{{item.denominacao}}
{{item.denominacao}}

{{areaSiteEvento.titulo}}

AGENDA

Envio de resumos: até 31 de maio de 2026

Resultado da seleção: até 26 de julho de 2026

Realização do evento: 19 a 23 de outubro de 2026

Oficinas: 17 e 18 de outubro de 2026

CRONOGRAMA

{{item.titulo}}
{{item.horaInicio}}-{{item.horaFim}}
Calendar

COMISSÕES CIENTÍFICA E DE ORGANIZAÇÃO

ORGANIZAÇÃO

Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo (NPGAU/EAUFMG)


COMISSÃO ORGANIZADORA

Vanessa Borges Brasileiro

Rita de Cássia Lucena Velloso

Altamiro Sergio Mol Bessa

Celina Borges Lemos

Arlete Soares de Oliveira

Carla Viviane da Silva Angelo

Valéria Savia Tomé França

 

COMISSÃO CIENTÍFICA

Adriane Shibata Santos - PPG-Design/Univille

Altamiro Sergio Mol Bessa - NPGAU/EAUFMG

Amíria Bezerra Brasil - PPG/ FAU UFRN

Ana Aparecida Barbosa - UFJF

Ana Rita Sá Carneiro - UFPE

André Guilherme Dornelles Dangelo - NPGAU/EAUFMG

Andrea Queiroz da Silva Fonseca Rego - PROARQ/UFRJ

Andrea Rego - PROARQ/UFRJ

Angelica Paiva Ponzio - PROPAR/UFRGS

Camila Gomes Sant'Anna - FAU/UNB

Carolina Pescatori Candido da Silva - PPGAU/UnB

Cyntia Santos Malaguti de Sousa - USP

Daniel Ribeiro Cardoso - PPG-AU+D/UFC

Frederico de Paula Tofani - PPG-ACPS/EAUFMG

Gisela Barcellos de Souza - PPG-ACPS/EAUFMG

Guilherme Nunes de Vasconcelos - PPG-ACPS/EAUFMG

Helena Aparecida Ayoub Silva - PPGAU/FAU-USP

Karina Oliveira Leitão - PPG/ FAU USP

Kátia Andréa Carvalhaes Pêgo - PPG-Design/UEMG

Laura de Souza Cota Carvalho Silva Pinto - PPG-ACPS/EAUFMG

Laura Fonseca de Castro - PUCMINAS

Leia Miotto Bruscato - PGDesign/UFRGS

Leonardo Izoton Braga - ESDI/UERJ

Letícia Teixeira Mendes - PPG-MDU/UFPE

Liza Maria de Souza Andrade - PPG-FAU/UnB

Luciana Sabóia Fonseca Cruz - PPG-FAU/UnB

Luciana Sabóia Fonseca Cruz - PPG-FAU/UnB

Marcela Silviano Brandão Lopes - NPGAU/EAUFMG

Marcelo Silva Pinto - EA/UFMG

Marcos Felipe Sudré - PPG-ACPS/EAUFMG

Maria Angela Faggin Pereira Leite - PPG/FAU USP

Maria Carolina Mazivieiro - DAUFPR/CEPID CLIMARES, PPU e PPGMAD/UFPR

Maria Lucia Malard - NPGAU/EAUFMG

Maurício José Laguardia Campomori - NPGAU/EAUFMG

Paulo Edison Belo Reyes - PROPUR/UFRGS

Raquel Garcia Gonçalves - NPGAU/EAUFMG

Rejane Magiag Loura - PPG-ACPS/EAUFMG

Renata Baesso Pereira - POSURB-ARQ/PUC-CAMPINAS

Renato Leão Rego - PPU/UEM

Ricardo Alexandre Paiva - PPGAU+D/UFC

Rita de Cássia Lucena Velloso - NPGAU/EAUFMG

Rita de Cassia Pereira Saramago - FAUeD/UFU

Roberto Eustaáquio dos Santos - NPGAU/EAUFMG

Rogério Palhares Zschaber de Araújo - NPGAU/EAUFMG

Stael de Alvarenga Pereira Costa - PPG-ACPS/EAUFMG

Vladmir Bartalini - PPG/FAU USP

LOCAL DO EVENTO

APOIO

{{viewModel.evento.titulo}}

{{viewModel.evento.responsavelEvento}}