III Fórum Araguaiano Pesquisa, Território e Direitos Humanos no Sul e Sudeste do Pará

III Fórum Araguaiano Pesquisa, Território e Direitos Humanos no Sul e Sudeste do Pará

online Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará Campus Conceção do Araguaia - Conceição do Araguaia - Pará - Brasil
presencial Com transmissão online

O evento já encerrou

finalizado

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O III Fórum Araguaiano


O Fórum Araguaiano Pesquisa, Território e Direitos Humanos é uma iniciativa do Espaço Memória Conceição do Araguaia em parceria com o GPEDRA - Grupo de Pesquisa em Extensão e Desenvolvimento Rural na Amazônia (IFPA– Conceição do Araguaia) e GPTECA - Grupo de Pesquisa Territorialização Camponesa na Amazônia da Universidade do Estado do Pará.

Organizado em três dias, de 16 a 18 de setembro de 2024, a proposta metodológica do III Fórum envolverá diversos ambientes de divulgação de resultados científicos, de aprendizagens, de troca de saberes e práticas, em múltiplos formatos. Este ano, o Fórum tem por temática O Sudeste do Pará no debate mais amplo sobre O Desenvolvimento Sustentável da Amazônia em tempos de COP 30: Ecologia, Política e Movimentos SociaisO evento será transmissão on-line, através do Canal do Fórum no YouTube, viabilizando a transmissão pública das atividades para outras regiões da Amazônia e do país.

Desde a "periferia da periferia" (parafraseando Haesabert, 2010) e em meio à diversidade territorial araguaiana, é que propomos pensar o mundo, enfatizando duas temáticas tão essenciais quanto caras em nossa região, que são as lutas por Terra/Território e por Justiça Social, culminando na luta pelos Direitos Humanos, traduzidos para o cotidiano na forma de Dignidade e Bem Viver.

O Sudeste do Pará consiste em região historicamente marcada por conflitos diversos, especialmente agrários. Ainda na atualidade inúmeros casos de trabalho análogo à escravidão se somam tato à violenta ação do Estado a serviço do latifúndio, à naturalização das políticas de justiçamento ocupando o lugar que seria da Justiça (Martins, 2016), e finalmente, ao autoritarismo dos grandes projetos (Zibechi, 2011), tudo conformando aquilo a que o geógrafo Milton Santos chamara de “psicoesfera” da "modernização conservadora" na região (Santos, 2006). 

Desde sua criação, em 2022, o Fórum Araguaiano procura realizar o debate sobre estas questões, promovendo o debate sobre os Direitos Humanos numa região onde estes sempre foram inexistentes ou relativizados os desafios do mundo atual na América Latina, no Brasil, na Amazônia e, especialmente, no Sudeste do Pará e regiões limítrofes que conformam o “Bico do Papagaio” (Tocantins, Maranhão, Goiás e Mato Grosso), por onde avançam as fronteiras agrícola e mineral. O Fórum desde sua origem em 2022 articula as duas das principais instituições universitárias sediadas na região do Araguaia paraense, entre elas o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará (Campus Conceição do Araguaia) e a Universidades do Estado do Pará - Campus VII/Conceição do Araguaia), assim como outros parceiros. 

A primeira edição do Fórum (2022) ocorreu nas estruturas pertencentes ao IFPA, no ano de 2022, tendo mesas com acadêmicos de importantes universidades no Brasil, além dos movimentos sociais de base local existentes na região do Araguaia, como camponeses e educadores. Já a segunda (2023) edição ocorreu nas estruturas pertencentes à UEPA, com palestrantes de universidades de destaque no Brasil como USP, UFT e UFPE, tendo como destaque a participação de mais de indígenas do povo Mebengokré-Kayapó, vindos da Aldeia Las Casas, próximaa Pau D’arco.



Lucilei Martins e Ricardo Rezende Figueira durante o I Fórum Araguaiano, realizado em 2022. 

(Foto: Acervo Pessoal) 

Atividades

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Convidados

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Submissões

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Dimensões do Fórum Araguaiano


Três dimensões principais se combinam entre e estão articuladas na programação do Fórum Araguaiano: Pesquisa, Território e Direitos Humanos, sempre com ênfase no Sul e Sudeste do Pará. Entretanto, a especificidade destas três temáticas chama a atenção para o mesmo, fazendo com que este ganhe uma dimensão não apenas regional, mas amazônica. Entretanto, as três dimensões originárias continuam sendo a base de sustentação do Fórum: 

I – Importância Histórica e Geográfica de Conceição do Araguaia, sede do evento

II – Araguaia, microcosmos da Amazônia

III – A Realidade Territorial em Debate

I – Importância Histórica e Geográfica de Conceição do Araguaia, sede do evento



Gravura rupestre do Lajedo do Cadena, a cerca cdd 40 quilômetros da sede urbana de Conceição do Araguaia.


Desde tempos imemoriais, a área onde atualmente se encontra os atuais limites do município de Conceição do Araguaia é fortemente habitada por indígenas do tronco lingúístico Macro-Jê, dentre os quais se destacam os Kayapó-Mebengokré. As gravuras rupestres no Lajedo do Cadena, potencialmente ligadas à Tradição Uru, estão provavelmente associadas a estes indígenas. Pesquisas em curso, por sua vez, indicam que Rio Araguaia estaria relacionado ao processo de povoamento da parte meridional da Amazônia pelos indígenas, isto há, pelo menos 10 ou 12 séculos (ou bem mais que isso). Farto material lítico, além de terras pretas, gravuras e pinturas rupestres, indica a validade desta hipótese. Já a partir dos séculos XVII e XVIII, tentativas de abrir de fazendas, no rastro dos garimpos. No entanto, em poucos casos estas tentativas obtiveram sucesso, em razão da resistência dos povos indígenas. Na mesma época, os negros, fugindo da escravidão, passaram a atravessar a bacia do Rio Araguaia, estabelecendo centenas de quilombos em regiões da Amazônia, o que foi uma constante em todo o período colonial. 

Em fins do século XIX o povoamento efetivo de Conceição do Araguaia foi fundado por missionários dominicanos, liderados pelo Frei Gil de Vilanova, a partir de Porto Nacional, após descerem o rio Tocantins e, em seguida, subirem o Araguaia, vindo aportar na atual Praça da Igreja (Luz, 2003). Desde então, a presença dos indígenas foi cada vez mais reduzida e, com as fortes divisões da área municipal pela via dos processos de emancipação, atualmente já não há mais indígenas residindo no município, apesar de suas raízes históricas. Entretanto, as Aldeias Las Casas e Gorotire situam-se apenas a cerca de 100 quilômetros da sede municipal. O Frei Gil realizou a primeira missa fica no local onde hoje conhecido como Beradeiro, de grande frequentação, especialmente durante o Veraneio (de junho a outubro), assim denominado por considerado na estação seca, característica do inverno seco do Brasil Central e da Amazônia Meridional, época das praias regionais.


II – Araguaia, microcosmos da Amazônia

No Araguaia encontram-se fortemente inscritos os principais processos históricos que forjaram o povoamento da Amazônia e os esforços de “integração” nacional brasileira. No entorno da região conhecida como Bico do Papagaio – por referência ao desenho gráfico norte do estado do Tocantins no mapa – a região é igualmente conhecida pelos mais graves episódios de violência do processo, sejam simbólica e cultural, com o asfixiamento das culturas locais, como no caso da catequese dos indígenas e dos diversos tipos de silenciamentos impostos à população regional; seja por meio da violência física, como nos altos índices de mortes relacionadas aos conflitos por terra, ao desmatamento, ao garimpo e aos demais crimes ambientais, endêmicos na região.

Esta região, portanto, consiste em um símbolo da política de integração nacional – ou Colonialismo Interno – de um país forjado da herança de duas distintas colônias, que por séculos estiveram separadas política e economicamente, e por isso, mais articuladas à metrópole europeia que entre si. Situada entre o rio e a estrada, a cidade sediou a Guerrilha do Araguaia, nos anos 1970. Desta Arquidiocese tem origem alguns dos mais importantes intelectuais católicos ligados à Teologia da Libertação e à luta pela Terra no Brasil e na América Latina. Por fim, a presença de antigos quilombos, de posseiros e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, assim como do agronegócio e do extrativismo mineral, faz da cidade e região como que uma síntese – microcosmos – do processo histórico de Territorialização da Amazônia e de sua integração ao Brasil. 


O Espaço Memória Conceição do Araguaia, em parceira com os movimentos sociais camponeses e indígenas, organiza, desde 2022, o Fórum Araguaiano Pesquisa, Território e Direitos Humanos, sempre em colaboração com pesquisadores da Uepa e do IFPA e de outras instituições de ensino, com a finalidade de estimular o debate crítico em torno das questões centrais para o município e região em torno do nosso amigo Berokan, isto é, Rio Araguaia segundo os Kayapó-Mebengokré, seus primeiros moradores.


III – A Realidade Territorial em Debate

A região Sudeste do Estado é marcada tanto por conflitos e pelos massacres contra camponeses, pelo trabalho análogo à escravidão, quanto pela beleza poética do Berokan, nome antigo dado ao Rio Araguaia pelos indígenas Mebengokré, seus mais antigos habitantes. Diversas autores e publicações têm apontado a necessidade de uma construção teórica e intelectual pensada desde a realidade territorial e de sua diversidade, um pensar político-epistemológico que considere a diversidade cultural dos povos como fundamento para um enfoque teórico e ontológico. Isto supõe romper com o eurocentrismo reinante aos debates ainda atualmente hegemônicos nos meios acadêmicos brasileiros, dialogando epistemologicamente com os saberes locais e os processos de re-existência postos em prática na forma de lutas pela terra e pelo território, assim se traduzindo em luta por espaços de vida, numa concepção de bem viver para a construção de um mundo cada vez mais humano e solidário.

O Fórum, promovendo o diálogo entre estes diferentes enfoques, é uma iniciativa do Espaço Memória, com a finalidade de ventilar e ressonar localmente as lutas sociais que inscrevem o espaço araguaiano, na atualidade, entre a expansão das commodities, pela via dos grandes projetos - especialmente de mineração - e a falta de políticas efetivas de desenvolvimento humano, tecnológico e educacional capaz de pensar a complexidade social da região.


 

Trabalho de Campo no Lajedo do Cadena, com a presença de indígenas do povo Mebengokré e de participantes durante o II Fórum.


Dinâmica do Fórum

Organizado em três dias, de 14 a 16 de agosto de 2024, a proposta metodológica do III Fórum envolverá diversos ambientes de divulgação de resultados científicos, de aprendizagens, de troca de saberes e práticas, em múltiplos formatos, entre eles:

  • Abertura e Encerramento
  • Mesas Redondas
  • IV Feira Agroecológica
  • Programação Cultural


Credenciamento e Acolhida

O credenciamento é um dos processos que fazem parte do acesso dos participantes previamente inscritos no evento. Nesse momento, é realizado a conformação da inscrição e participação, que é quando o ingresso ao III Fórum será presencialmente validado, e a pessoa é identificada. Esse também o momento de apresentação de artistas e poetas regionais. Aqueles que participarem de forma “on-line”, não precisarão de participar desta parte da programação. Nele, o participante recebe uma credencial, que será seu passaporte para transitar entre os espaços disponíveis. Além disso, é no credenciamento que são entregues os kits e outros materiais para os participantes.

Também neste momento haverá o credenciamento daqueles que pretendem expor seus trabalhos na forma de banners, visando a emissão de certificados.


Abertura e Encerramento

A Conferência de Abertura será uma cerimônia para a apresentação da proposta desta edição, na qual serão partilhados informes gerais para a realização harmoniosa dos dias do III Fórum Araguaiano. Teremos nela a presença de autoridades representando as instituições organizadoras e apoiadoras envolvidas e um palestrante de referência nacional abordando a temática principal do evento este ano: O Sul do Pará no debate mais amplo sobre O Desenvolvimento Sustentável da Amazônia em tempos de COP 30: Ecologia, Política e Movimentos Sociais, o público terá liberdade para fazer perguntas no final da apresentação. Na Conferência de Encerramento haverá a apresentação da sistematização da trajetória dos acúmulos nas diferentes atividades, resultando na carta política dessa edição. Ambas as Conferências, Abertura e Encerramento ocorrerão no auditório de o IFPA-Campus Conceição do Araguaia (local para 250 pessoas).

Mesas Redondas

Trata-se de um espaço de diálogo com representantes de diferentes grupos, sendo eles acadêmicos, sociedade civil organizada, agricultores, indígenas, professores de diferentes níveis educacionais e demais interessados nas temáticas da mesa, visando a reflexão e a problematização sobre quatro diferentes temas que se relacionam com questões territoriais e socioambientais relevantes no Sul do Pará, assim com o tema do Fórum nesta edição. 

Cada mesa redonda será composta por três especialistas que discutem um assunto em comum. Enquanto isso, ela é conduzida por um mediador que apresenta os especialistas, introduz ao assunto e medeia as perguntas. Haverá um momento para que o público poderá trazer os seus questionamentos, dúvidas e impressões, possibilitando o diálogo com os participantes.


IV Feira Agroecológica

Prevista para acontecer no Beradeiro, área central da cidade no dia 15/09/2024, de 8h às 13 h. Estarão reunidos cerca de 20 agricultoras/es, indígenas, demais povos e comunidades tradicionais, com destaque para as diversas produções da região do Araguaia. O objetivo da feira é _expor e comercializar produções de camponeses de Conceição do Araguaia e região em um espaço diverso, combinando alimentos e artesanatos, que representam a diversidade da agroecologia, proporcionando o reconhecimento de tradições e culturas alimentares, além de oportunidades concretas de diálogos entre Campo(a) e cidade(s). Todas as atividades da IV Feira Agroecológica terão acesso livre. A organização do Fórum deverá providenciar e instalar estruturas de montagens, tendas e fechamentos em pleno estado de conservação, resistentes a intempéries climáticas, já existentes no Espaço Memória/Igreja Católica.



Programação Cultural


Intercaladas às atividades do Fórum, teremos a participação de artistas araguaianos, locais, além de atividades com leitura de poemas e visitação ao Espaço Memória Conceição do Araguaia.



Obras e Publicações indicadas pelo Fórum Araguaiano

A Escravidão na Amazônia: Quatro Décadas de Depoimentos de Fugitivos e  Libertos

A Escravidão na Amazônia: Quatro Décadas de depoimentos de fugitivos e libertos.

Ricardo Rezende Figueira, Adonia Antunes Prado, Rafael Franca Palmeira. Mauad X, Rio de Janeiro, 2021.

Disponível para venda: https://www.amazon.com.br/Escravid%C3%A3o-Amaz%C3%B4nia-Depoimentos-Fugitivos-Libertos/dp/6587631444 

Lançado no I Fórum (2022)

Dicionário Crítico da Mineração

Caroline Siqueira Gomide Tadzio Peters Coelho Charles Trocate Bruno Milanez Luiz Jardim de Moraes Wanderley (Orgs). Editorial iGuana Marabá-PA, 2018.

Lançado em 2018, o dicionário é resultado de um esforço coletivo de professores/as e pesquisadores/as de diversas universidades do país, articulados pelo Movimento pela Soberania Popular na Mineração -MAM, que pesquisam e produzem de maneira sistemática a indústria extrativa do Brasil.

Impresso e digital (disponível para download): https://territorioslivres.org/criticas-ao-modelo-mineral/dicionario-critico-da-mineracao/ 


Do Posseiro ao Sem-Terra: A Luta pela Terra no Sul e Sdeste do Pará. 

Airton dos Reis Pereira, Editora UFPE, Recife, 2018. 

Disponível para venda:

Campo no seculo xxi: territorio de vida, de luta e de construçao da justiça social

O campo no século XXI: território de vida, de luta e de construção da justiça social (2004).

Oliveira, Ariovaldo Umbelino; Marques, Marta Inez Medeiros (Organizadores), Paz e Terra, São Paulo, 2004

Disponível para venda: https://www.travessa.com.br/campo-no-seculo-xxi-territorio-de-vida-de-luta-e-de-construcao-da-justica-social/artigo/0a29a95e-2476-472f-835b-e4dbae510057  


Rio Maria - Canto da Terra

Rio Maria - Canto da Terra

Ricardo Rezende Figueira, Editora Vozes, Rio de Janeiro, 1992.

Leitura obrigatória para quem se interessa pelo Brasil real. Este livro foi feito em meio a um ciclo de mortes e ameaças que atingia trabalhadores em conflitos pelo uso e pela posse da terra, fugitivos de trabalho escravo em fazendas, lideranças camponesas e seus aliados no sul do Pará. Escrito em forma de diário, é o resultado de anotações feitas pelo autor – na época, final de 1988, pároco na cidade de Rio Maria –, que percebeu a importância de preservar a memória das vítimas dos crimes que ali eram cometidos e, ao mesmo tempo, a necessidade de provas para denunciar.

Dispoível para venda: https://www.estantevirtual.com.br/livros/ricardo-rezende-figueira/rio-maria-canto-da-terra/702344699?show_suggestion=0#



Horizontes Indigenistas I. Questão Indígena e Ordenamento Territorial no Brasil (2007-2014)

Sandoval Amparo, Editora Uiclap, São Paulo, 2022.

Disponível para venda: https://uiclap.bio/sandoval 

As obras Horizontes Indigenistas I – Questão Indígena e Ordenamento Territorial no Brasil (2007-2015) e Horizontes Indigenistas II – Desordem e Precarização Territorial reúnem reflexões do autor sobre a questão indígena no Brasil, publicadas em revistas especializadas nas áreas de Geografia, Planejamento Urbano e Regional Educação e Arquitetura e Urbanismo, ao longo de cada um dos períodos abrangidos, alcançando grande repercussão entre os pesquisadores da área. O recorte adotado para cada uma delas, no entanto, não corresponde a uma simples delimitação temporal, mas remete à própria abordagem proposta abordada em cada obra. Este primeiro volume contém textos escritos e publicados entre 2007 a 2014 – período no qual o autor atuou como geógrafo da Fundação Nacional do Índio -, e registra seu esforço de analisar uma temática cara e praticamente relegada pelos geógrafos à antropologia ao longo de todo o século XX. O livro contém ainda 2 apêndices , incluindo a resenha do livro “De longe toda serra é azul”, de Fernando Schiavini, e a crônica inédita “Sobre Xavantes e Cidades”. Em conjunto as obras não apenas indicam horizontes e pesquisa teórica para os geógrafos que atuam junto aos povos indígenas, como – e principalmente – apontam para a necessidade do compromisso ético e do engajamento político em defesa dos direitos indígenas – especialmente territoriais – diante de um contexto de precarização, conflito e desordem que se instalou em seus mundo de vida.


Perspectivas Medievais | Chalé Editorial

Da ordem cósmica à desordem territorial: A Geograficidade Ameríndia no Chão de Abya Yala.

Sandoval dos Santos Amparo, ,Chalé Editorial, Rio de Janeiro, 2023.Lutas e resistências dos povos indígenas desde o olhar da Geografia. Agenciamentos e R-existências indígenas no chão de Abya Yala/América Latina, do Cosmos ao Territorial, uma questão imanente das escalas! Eis o que o geógrafo, Sandoval dos Santos Amparo analisa neste livro, resultado de sua tese de doutorado defendida no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal Fluminense, no dia 6 de junho de 2019, da qual muito me honrou fazer parte como membro da banca. Este livro implica pensar o pluriverso dos indígenas no Brasil e que a Geografia, infelizmente, pouco analisou até hoje. Por isso a importância da agência e da urgência. São muitos povos e muitos invisibilizados, principalmente, porque o discurso colonizar sobrepôs às narrativas de vida (os mitos) e a existência (seus corpos). (Marcos MOndardo, UFGD, no prefácio do livro).

Disponível para download: https://chaleeditorial.wixsite.com/chale/idade-m%C3%A9dia-em-quest%C3%A3o-copy-1  


Hospedagem Solidária

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Comissão Organizadora do III Fórum Araguaiano


Coordenação Geral 

Zeca (José Maria Cardozo Sacramento)IFPA  

Espaço Memória: Irmã Evani e Zé Valdi

Comissões

  • Acolhimento: Betânia (IFPA)
  • Artística e Cultural: Zé Valdi (Espaço Memória) e Sandoval Amparo (Uepa)
  • Científica: Sandoval Amparo (UEPA), Lucilei Martins (UEPA) e Raul Castro (IFPA)
  • Feira Agroecológica: Elisa (IFPA), Francisco Chagas (STR) e Tabo Mebengokré (Aldeia Las Casas)
  • Logística: Raul Teixeira (IFPA)
  • Trabalho de Base: Espaço Memória, Comissão Pastoral da Terra - Seção Xinguara, Movimento dos Atingidos pela Mineração
  • Comunicação: Mailson Lima (UEPA), Gerlane Gomes da Rocha  (PPGEO-UFPE)

Movimentos Sociais Parceiros

  • Movimento dos Atingidos pela Mineração
  • Comissão Pastoral da Terra (Luzinaldo e Jamylla)
  • Comissão Nacional de Direitos Humanos (Andreia Silvério)
  • Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais e da Agricultura Familiar de Conceição do Araguaia (Chagas)
  • Mulheres Afetadas pela Mineração em Conceição do Araguaia (Maria Milhomem) 








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