Você já parou para pensar onde começa e onde termina a arquitetura?
A cada passo, ela se revela — às vezes no traço, às vezes no afeto. Além das plantas e do concreto, ela se encontra nas experiências. A arquitetura não anda só: ela também é sua, porque onde há vida, há espaço. Por isso, é hora de olhar ao redor e perceber que a arquitetura é a vida acontecendo.
Ela se revela na casa da avó com cheiro de café coado, na sombra de uma árvore em meio ao caos urbano, na denúncia dos grafites nas paredes, na roda de samba na praça. Está na luta dos povos originários, no cheiro de terra molhada do quintal, no improviso que vira morada, no piso de caquinho que exala brasilidade e, acima de tudo, está presente na memória.
Na diversidade das vivências, a arquitetura deixa de ser apenas matéria e se torna significado. É nesse movimento entre o invisível e o concreto que ela nos transforma. Como dizia Paulo Mendes da Rocha: "A arquitetura não é feita para ser olhada, mas para ser vivida."
E é assim que a XV SEMAU chega: para estourar essa bolha e mergulhar na essência dos espaços vividos. Convidamos você a caminhar conosco por esses cenários plurais, onde a arquitetura não é apenas vista, mas sentida e expressa em nossas vivências!