DE SOLAR DO COMENDADOR TEIXEIRA VIEIRA BELFORT A PALÁCIO CRISTO REI: A TRAJETÓRIA DE UMA CASA SENHORIAL LUDOVICENSE

Publicado em 23/01/2020 - ISSN: 2237-5619

Título do Trabalho
DE SOLAR DO COMENDADOR TEIXEIRA VIEIRA BELFORT A PALÁCIO CRISTO REI: A TRAJETÓRIA DE UMA CASA SENHORIAL LUDOVICENSE
Autores
  • Cláudia Nunes de Lima e Andrade
  • Stella Regina Soares de Brito
  • Leonardo Castriota
Modalidade
Resumo
Área temática
Eixo temático 2 – Arquitetura e documentação: a pesquisa na área da história da Arquitetura e do Urbanismo
Data de Publicação
23/01/2020
País da Publicação
Brasil
Idioma da Publicação
Português
Página do Trabalho
https://www.even3.com.br/anais/seminarioarqedoc2019/216840-de-solar-do-comendador-teixeira-vieira-belfort-a-palacio-cristo-rei--a-trajetoria-de-uma-casa-senhorial-ludovicen
ISSN
2237-5619
Palavras-Chave
São Luís do Maranhão, Arquitetura Civil Urbana, Casa Senhorial, Solar, Palácio Cristo Rei.
Resumo
Este artigo tem por objetivo identificar e esclarecer as motivações das diferentes nomenclaturas que o Palácio Cristo Rei, que abriga o Memorial Cristo Rei da Universidade Federal do Maranhão, recebeu ao longo do tempo. Está situado na Rua Rio Branco (antiga Rua dos Remédios n. 14), esquina da Rua Barão de Itapary (antiga Rua da Independência), em frente à Praça Gonçalves Dias (antigo Largo dos Remédios) da cidade de São Luís do Maranhão. Trata-se de arquitetura civil localizada em lote de esquina com porão alto e mirante, que é protegida através de tombamento isolado pelo Decreto Estadual nº.11.594, que resultou na sua inscrição no Livro de Tombo sob o nº.053, folha 11 em 30 de novembro de 1990. Integra o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça Gonçalves Dias, protegido por tombamento federal, cuja inscrição no livro de tombo de Belas Artes sob o n. 432, volume 1 (processo n. T-54) se deu 23 de dezembro de 1955, conforme determina o Decreto lei n. 25 de 30 de novembro de 1937. E ainda, está inserida no perímetro do Centro Histórico de São Luís, tombado pelo governo estadual através do decreto 10.089 de 06 de março de 1986, inscrito no livro de tombo sob n. 37 às folhas 8 em 16 de dezembro de 1986. Portanto possui atribuições de valores artísticos baseados na excepcionalidade. Foi construída nos arrabaldes de São Luís na primeira metade dos oitocentos para ser moradia de família abastada, e vem resistindo às várias transformações urbanas no seu entorno e diversas reformas arquitetônicas em função de mudanças de usos promovidas pelos proprietários da mesma ao longo do tempo. Durante este período do século XIX, ela é destacada e referenciada como casa, morada, solar, sobrado, palacete até ter seu nome consolidado como Palácio Cristo Rei no século seguinte. Através da realização de pesquisas epistemológicas, buscou-se fazer releituras arquitetônicas, tipológicas, estudos da historiografia bem como, identificação de materiais e sistemas construtivos, a fim de compreender suas transformações físicas dentro do contexto sócio, histórico e cultural da cidade, preenchendo lacunas existente no conhecimento sobre o processo construtivo e no entendimento dessa arquitetura como documento da memória social ludovicense e brasileira.
Título do Evento
6º Seminário Ibero-americano Arquitetura e Documentação
Cidade do Evento
Belo Horizonte
Título dos Anais do Evento
Anais do 6º Seminário Ibero-americano Arquitetura e Documentação
Nome da Editora
Even3
Meio de Divulgação
Meio Digital

Como citar

ANDRADE, Cláudia Nunes de Lima e; BRITO, Stella Regina Soares de; CASTRIOTA, Leonardo. DE SOLAR DO COMENDADOR TEIXEIRA VIEIRA BELFORT A PALÁCIO CRISTO REI: A TRAJETÓRIA DE UMA CASA SENHORIAL LUDOVICENSE.. In: Anais do 6º Seminário Ibero-americano Arquitetura e Documentação. Anais...Belo Horizonte(MG) UFMG, 2020. Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/seminarioarqedoc2019/216840-DE-SOLAR-DO-COMENDADOR-TEIXEIRA-VIEIRA-BELFORT-A-PALACIO-CRISTO-REI--A-TRAJETORIA-DE-UMA-CASA-SENHORIAL-LUDOVICEN. Acesso em: 08/09/2024

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